“Fan Day” – Karting com Álvaro Parente em Baltar

Álvaro Parente

Realizou-se, no dia 28 de Fevereiro, o primeiro “fan day” oficial de Álvaro Parente.

O Kartódromo de Baltar foi brindado com a presença do “Varinho”, sua família e amigos e tamém os seus fãs, num ambiente bastante agradável; não faltaram sorrisos, risos e gargalhadas. E, claro, no final da corrida, discussões amigáveis, sempre com sorrisos nas caras. Até eu, com uns papos consideráveis nas costas e uma corrida com incidências lamentáveis/cómicas, terminei o dia com as bochechas doridas e já a pensar na próxima corrida.

A qualificação foi animada, sendo que de previsível teve apenas o autor da pole-position:

Pos No. Name Best time In lap Best speed Diff Gap Laps
1 8 Alvaro Parente 1:03.122 7 58.344 9
2 11 Gonçalo Brito 1:04.228 7 57.339 1.106 1.106 10
3 18 Luis Rodrigues 1:04.488 7 57.108 1.366 0.260 10
4 13 Beto Resende 1:05.708 7 56.048 2.586 1.220 9
5 19 Maria Parente 1:05.755 8 56.008 2.633 0.047 9
6 17 Luis Brito 1:06.415 8 55.451 3.293 0.660 10
7 9 Diogo Oliveira 1:06.473 8 55.403 3.351 0.058 8
8 16 Fernando Alonso 1:06.675 8 55.235 3.553 0.202 9
9 4 Diogo Araujo 1:07.299 8 54.723 4.177 0.624 9
10 21 Rodrigo Silva 1:07.323 4 54.703 4.201 0.024 9
11 6 João Pinho 1:07.549 9 54.520 4.427 0.226 9
12 1 Vladimir Gomes 1:10.508 8 52.232 7.386 2.959 8
13 14 Bruno Pereira 1:11.190 8 51.732 8.068 0.682 8
14 7 Pedro Sousa 1:13.450 7 50.140 10.328 2.260 7
15 20 Vitor Alexandre 1:15.773 8 48.603 12.651 2.323 8
16 22 Nuno Pereira 1:21.291 7 45.304 18.169 5.518 7

Os resultados da corrida, frios e cruéis para os mais desafortunados, foram estes:

Pos No. Name Laps Total time Diff Best time In lap Best speed
1 8 Alvaro Parente 28 30:03.006 1:03.130 28 58.337
2 19 Maria Parente 28 30:08.396 5.390 1:03.352 8 58.132
3 17 Luis Brito 28 30:41.696 38.690 1:04.367 17 57.216
4 13 Beto Resende 28 30:41.961 38.955 1:04.143 23 57.415
5 4 Diogo Araujo 28 30:47.683 44.677 1:04.408 20 57.179
6 18 Luis Rodrigues 28 30:49.987 46.981 1:04.241 27 57.328
7 11 Gonçalo Brito 27 30:03.390 1 Lap 1:03.300 27 58.180
8 21 Rodrigo Silva 27 30:05.114 1.724 1:05.175 26 56.506
9 16 Fernando Alonso 27 30:19.652 16.262 1:05.453 17 56.266
10 1 Vladimir Gomes 27 30:41.245 37.855 1:05.892 23 55.891
11 6 João Pinho 27 30:42.746 39.356 1:05.013 23 56.647
12 7 Pedro Sousa 26 30:50.823 2 Laps 1:06.278 24 55.566
13 9 Diogo Oliveira 25 30:41.500 3 Laps 1:05.442 10 56.276
14 14 Bruno Pereira 25 30:56.511 15.011 1:07.929 10 54.215
15 22 Nuno Pereira 22 30:07.895 6 Laps 1:09.948 20 52.651
16 20 Vitor Alexandre 21 30:38.012 7 Laps 1:15.557 7 48.742

Como já era previsível, o Álvaro venceu, convenceu, brincou e ainda ajudou a “mana” nas trajectórias, fazendo assim com que a melhor volta dela fosse apenas 2 décimos mais lenta que a dele.

Quanto à minha corrida… larguei da 11ª posição, mas depois daquela primeira curva nunca acreditaria que a minha posição final seria mesmo essa, se mo tivessem dito. Isto porque, benefeciando de um equipamento orgânico de baixo peso, consegui saltar rapidamente para 8º até ao gancho e, aí, um toque entre dois karts fez com que subisse mais umas posições.

Infelizmente, não comecei em grande ritmo e na terceira curva perdi 3 posições… começando a acertar trajectórias, fui tentando algumas ultrapassagens, e mesmo com saídas de pista nas tentativas frustradas, consegui recuperar o tempo perdido e consumar as ditas cujas.

Até que acontece o momento mais importante (e ridículo) da minha corrida. A certa altura, vejo um dos amigos do Álvaro que usava um dos seus capacetes, a abrandar logo após a recta da meta, e com o braço direito no ar. Pensei: “Deve ser o Varinho, venceu e está a festejar…”

Como tinha acabado de passar pela recta da meta, pensei que talvez não tivesse visto a bandeira de xadrez, e como o piloto rumou ao corredor das boxes, fiquei convencido de que a corrida havia terminado. Por isso, segui-o e parei o Kart mesmo por trás do dele. Para meu espanto, o piloto sai do seu kart e, depois de dirigir algumas palavras a um comissário de pista, entra noutro kart e volta à corrida, a alta velocidade! Não vou partilhar o meu pensamento nessa altura, pois seria um bocado desadequado…

De qualquer das maneiras, concluindo: estraguei a minha corrida. E, mesmo assim, soube-me pela vida!

O piloto misterioso era o Gonçalo, um amigo do Álvaro, que teve problemas no acelerador e engenhosamente conseguiu chegar até às boxes abrindo manualmente o ar do motor. Aproveito para dizer que, à semelhança de todos os que conheci em Baltar, o Gonçalo é um indivíduo impecável e bem-disposto, e todas as minhas manifestações de desespero a quente, no final da corrida, acabaram em gargalhadas.

Pronto, relatada que está a minha corrida, espero que todos os presentes façam também o seu relato, para partilhar entre todos como foi este dia, na pista e fora dela.

Deixo aqui algumas fotografias, e fica prometido para breve um link com o conjunto completo para download.

Álvaro Parente em luta animada

Andamentos próximos, corrida memorável

Rescaldo bem humorado

É também digno de registo que os 3 melhores classificados (a seguir aos manos Parente…) tiveram direito a prémios: uma camisola da Meritus.Mahara, umas luvas e umas botas do Álvaro!

Portanto, resta apenas agradecer a todos os presentes, e avisar que o próximo evento será realizado no centro de Portugal, em princípio, daqui a menos de dois meses.

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15 Respostas

  1. Dia inesquecível! Toquei pela primeira vez num kart… e nem andei assim tão mal (sem contar com alguns piões) xD

  2. Parece que vou ser eu a estrear o espaço de comentários…

    Pois bem, como já disse no outro tópico, gostei bastante do “Fan Day”.
    O Álvaro é bastante simpático e receptivo às perguntas que os fãs lhe fazem, se bem que não tenhamos feito nenhuma pergunta extraordinariamente difícil, o que terá facilitado, pelo que também me parece que terá gostado de estar na companhia dos fãs que estiveram presentes no encontro.
    Também gostei de conhecer a irmã, que esteve presente durante todo o encontro, para além do pai e da mãe que deram um saltinho durante a tarde, tendo tido a oportunidade de ver uma foto onde é revelada a origem das cores do capacete do Álvaro que, como já se disse, não são das cores da bandeira portuguesa, que o Álvaro já ergueu muitas vezes ao longo da sua carreira, e que esperemos que consiga voltar a erguer, já este ano.
    Os amigos do Álvaro também foram bastante simpáticos, em especial o “mecânico” Gonçalo, que afinal é um turista (licenciado e tudo) e que ajudou a manter um clima animado durante o encontro, e com o seu pequeno problema mecânico durante a corrida que afectou a prova do João Pinho, mas que resolveu-se sem problemas. Também foi à custa dele que os presentes não pagaram o dobro pelo almoço, tendo pago apenas um bocado mais,
    O João Pinho também se revelou uma pessoa simpática e agradável de conhecer, que com o seu optimismo ajudou a resolver os problemas “logísticos” que foram acontecendo.

    Também foi bastante bom conhecer o resto dos presentes no encontro, em especial o Diogo Oliveira e o seu pai, o Vitor (companheiro nos últimos lugares no karting), para além do outro Diogo, o Fernando Alonso, e todos os restantes com quem tive o prazer de confraternizar.

    Para mim o dia começou cedo, com algum receio de não poder ir à última da hora devido a problemas mecânicos no meu carro, mas que não se manifestaram no Sábado do encontro, tendo seguido estrada a Oeste em direcção a Viana, depois rumo a Sul em direcção ao Porto, e de seguida rumo a Este com destino a Baltar, mas os problemas começaram aqui, pois acabei por entrar por 3 vezes na A4 antes de chegar a Baltar: primeiro saindo na saída anterior a Baltar, rumando até Valongo (obviamente seguindo no sentido errado), e depois seguindo as indicações de um habitante local voltei para a autoestrada para rumar a Baltar (que ficaria na direcção de Vila Real), mas enveredei rumo ao Porto, resultando em sair novamente da autoestrada para, aí sim, rumar a Baltar, tendo apenas algumas dúvidas numa rotunda não muito bem sinalizada e junto à entrada do autódromo, onde duvidei se estava no sítio certo. Com isto acabei por chegar 20 minutos atrasado, mas viria a revelar-se que até era bastante cedo.
    De seguida procurei ver o Álvaro, mas apenas encontrava 2 pessoas que pareciam estar à procura de alguém, o que era verdade, tratando-se do João Pinho e de um amigo, o Diogo Araujo. Logo de seguida rumei a uma casa de banho, pois a vontade apertava.
    Estando já confortavelmente à espera de quem mais chegasse, o tempo foi passando, tendo chegado o Álvaro, a irmã e alguns amigos, para além de mais alguns participantes no encontro, sendo que dos 18 esperados apenas compareceram 7 pessoas, o que foi uma pena, ficando nós até quase às 2 horas para começar a comer. Fomos ficando na amena cavaqueira, esperando que o tempo passasse, e com a notícia de que tínhamos a tarde toda à nossa conta, o que facilitou a espera, não ficando nós com a pressão de terminar às 16h, facilitando a organização para esperar por mais alguém que aparecesse.
    Antes de irmos para o karting acabámos por ter que resolver o problema de haver comida para 18 e apenas 7 pessoas que comeram, o que se resolveu.

    Passando para o karting, fiquei a saber que havia mais alguns estreantes, o que me deu algumas esperanças de não ser o último classificado. Partimos para os treinos, mas eu acabei por partir um bocado mais cedo do que queria, uma vez que queria resolver um problema com a touca (depois de resolver o problema de colocar óculos dentro do capacete) que me estava a entrar para os olhos, o que se veio a revelar um pouco incómodo durante os treinos e, especialmente, a corrida).
    Os treinos correram-me relativamente bem, tendo-me despistado apenas uma vez, embora tenha ficado muito tempo parado, porque não conseguia tirar o karting da relva sem sair de cima do mesmo, o que me levou a perceber que, ou empurrava o karting para fora da relva, ou ficaria muito tempo parado caso voltasse à relva. O problema foi o tempo que me relegou para o último lugar na classificação. Nada de que não estivesse à espera.
    Quanto à corrida, arranquei bem, tendo logo ultrapassado o Vítor (penúltimo classificado) no arranque, e mais 2 que ficaram retidos na primeira curva. Fui andando por ali, mas não consegui aguentar o ritmo mais rápido de outros competidores com melhores kits de unhas, e também com os pneus em melhores condições. Ao fim das 2 primeiras voltas, sem qualquer despiste, pensei que iria aguentar a corrida sem fazer despistes, o que me ajudaria a obter uma classificação mais longe dos últimos lugares, mas tal não sucedeu, tendo feito vários despistes ao longo da corrida, tendo numa dessas situações ficado parado junto às boxes, tendo um dos comissários de pista pegado no kart e arrastado-o para dentro. Pensei que tinha sido desclassificado por condução perigosa, mas afinal o problema era que um dos pneus (frente direita) estava vazio. Lá voltei à pista, tendo continuado a minha corrida, sempre com despistes aqui e acolá, tendo numa das situações em que despistei ficado parado no final da recta da meta, o que provocou o despiste do Bruno Pereira, que ficou retido mais algum tempo, tendo ele depois, e com relativa facilidade, ultrapassado-me um pouco mais à frente.
    A corrida foi continuando, tendo a oportunidade de ter assistido numa ou noutra ocasião à corrida feita pelos manos Parente, naquilo que eu pensava ser uma disputa renhida, mas que afinal, e naturalmente, era o profissional Álvaro a dar umas dicas à sua irmã, para a ajudar a ter uma boa classificação.
    Dada a minha classificação, e mesmo com ausência de bandeiras, lá ia fazendo de conta que via bandeiras azuis, e ia deixando ultrapassar-me os pilotos mais rápidos que iam surgindo na minha traseira e ao meu lado, tendo numa das vezes quase batido contra a Parente.
    No final acabei por conseguir ultrapassar o Vítor, fruto da sua indisposição, e que o levou a andar mais lento em pista, tal como tinha avisado antes da prova. Os rojões estavam bons, mas talvez um pouco pesados para uma prova de 10+30 minutos a alto ritmo.

    Após a prova fomos todos arrumar os karts à garagem, tendo eu saído um pouco tonto, fruto da dura e tortuosa prova que tinha feito.

    Depois da prova tivemos a oportunidade de ver os resultados no monitor, ficando a saber as classificações de todos, e que afinal tudo correu na normalidade: o Álvaro ganhou e eu não fiquei mesmo em último lugar, mas quase.
    Após este momento foram todos arrumar os capacetes e voltar a vestir-se à civil, tendo o Diogo Oliveira e o seu pai saído um pouco mais cedo, o que levou a que ele não tivesse tido a oportunidade de receber, como todos os participantes da prova, uma medalha de participação, tendo os 3 primeiros classificados reais recebido um prémio especial por parte do kartódromo, e os 3 primeiros (com os Parente excluídos) a receber 3 prémios oferecidos pelo Álvaro: a t-shirt da Meritus, umas luvas autografadas e umas botas.

    Após a entrega de prémios fomos continuando a conversa e o convívio, tendo começado as pessoas a abandonar o restaurante onde nos voltámos a sentar (à espera do lanche que seriam os restos do almoço, e que chegaram no forma de rissóis e croquetes que sobraram do almoço), mas não sem antes tido a oportunidade de tirar uma fotografia ao lado do campeão.

    No final ficámos apenas 5, que quase acabaram com a caixa dos “aperitivos”, mas que lá tiveram que rumar a casa, com a barriga cheia, e a moral em alta.

    Gostei bastante da experiência, e espero um dia voltar a repeti-la, num próximo encontro previsto, ou noutra ocasião.

    E agora, aos que leram isto até ao fim, lanço o desafio para também deixarem o vosso relato do evento, e que um dia nos voltemos a encontrar.

  3. Pensei q fosse muito mais gente.
    Quando fôr no Centro, lá estarei.

  4. Havia medalha?! Ora bolas… -_-‘

  5. O Fernando Alonso tava fraquinho… levava um kart renault?

  6. Duarte,
    De facto era para ir mais gente, especialmente ao almoço, mas acabaram por faltar à última da hora, infelizmente.

    DMassa,
    Sim, ficou por lá, creio.

    Jorge,
    Era igual ao de todos.

  7. Bem posso dizer que este foi um dia preenchido, relatando:

    Começou bem cedo com o treino para a prova de domingo, Torneio inter-escolas de equitação na vertente de saltos de obstáculos (a quem interessar na 1ª prova 6º tempo mas o cavalinho decidiu deitar a barra superior de 1 vertical, bastante, simples abaixo o que nos mandou para o fundo da tabela, vá a culpa foi minha que a abordagem do anterior não foi a melhor e correcção entre 1 e outro não foi a suficiente, e mais à tarde na 2ª prova com os obstáculos 10 cm mais alto voltamos a fazer outro bom tempo 4º melhor e limpinho 🙂 ). Claro que as dores nas costelas das cacetadas a cada curva que levava por o banco ser um tanto ao quanto largo não ajudaram…

    Após isto tratar do material para a prova e fazer uma pit stop para o almoço em casa e a pensar “bom já não vou a tempo para correr mas se calhar será melhor por causa da prova” e assim fui.

    Lá chegado vejo o Álvaro no bar, mas como não conhecia ninguém fiquei a pensar “e agora?”

    Entro no bar e o Álvaro deve ter topado que estava lá para aquilo e vem ter comigo pergunto-lhe pelo João Pinho, com quem tinha trocado uns mails, pois já sabia que poderia não correr pois iria chegar “um pouco tarde”, ele pergunta-me o nome eu Fernando, mais completo e a um piloto profissional dá muita badeira 😛

    Com isto, prova e vir tarde já tinha decidido ser melhor não correr, mas durante o briefing veio o bichinho e lá mudei de ideias e pedi para ser inscrito.

    Começa a classificação e o kart agarrar era uma mentira, o facto de não andar naquela pista desde 2002 não ajudou assim como o normalmente ser cliente de indoors, mas lá me mandei e sempre a tentar lá consegui um 8º lugar na classificação.

    Agora a corrida, na largada perco uma posição mas recupero-a na travagem para a primeira volta tempo optado por a atacar pelo meio pois quem me passou estava por dentro e estava a ser atacado por fora por outro piloto, os dois travaram um pouco mais cedo e lá vou e agora o caricato vou a 1/3 da 1ª volta e estão dois karts parados um virado e apontado à minha trajectória e eu “já foste” mas os reflexos levaram a melhor e safei-me por fora onde havia espaço, com isto fico talvez em 6º e a pensar “está a correr bem”, puro engano última curva e ainda não sei porque, despiste, toque, a traseira foge e fico virado ao contrário do lado de fora sobre … terra … e a ter que esperar que o pessoal passasse, vá lá não fiquei em último, fiquei em penúltimo e a pensar “bom vai ter que ser à Parente, corrida de trás para a frente faca nos dentes e tentar recuperar o máximo” pois não fazia ideia da experiência de grande parte do pessoal que lá estava, o único era o Parente e por aí não havia hipótese…

    As 2/3 voltas seguintes foram complicados, os pneus cobertos de terra não agarravam nadinha, mas com o tempo lá foram limpando e comecei a recuperar lugares até ao 9º final, 6 lugares não se pode dizer que seja mau, e algumas dobras quase sempre sem toques, à excepção de uma, mas passo as culpas a outra pessoa, explicando, curva do bar, 3 karts, o Vítor na frente, depois o Diogo, salvo erro, que foi embora cedo, e eu, o Vítor vai por dentro o Diogo abre muito por fora e eu vejo espaço para passar pelo meio e lá vou para o que poderia ser uma ultrapassagem de antologia, já com o kart na frente dos dois o Diogo não me deve ter visto a tempo e manda-se para cima de mim, com a cacetada dele acerto eu no Vítor, na hora levanto o braço a pedir desculpa e sigo.

    Depois mais algumas peripécias com ultrapassagens por fora no bar, por dentro na 1ª curva a usar praticamente a mesma táctica nesta última, esperar que o outro trave e só depois eu bloqueando os pneus e ficar na frente no apex da curva 😛 (pode não ser de livro mas deu para os gastos várias vezes) 😀

    Já com o Álvaro não deu pois num momento olho está ele colado a mim e no seguinte já com a trajectória interior …

    Mas ficar a 2 segundos do campeão, VMR, não conhecendo propriamente a pista, e ser “piloto” de carro, de cavalo e de nome 😛 , posso dizer que só por uma vez fiz a curva antes da do bar 100% direito e foi por ir atrás da Maria Parente…infelizmente ou felizmente dependendo do factor: aprender ou do levar voltas… já foi perto do fim da corrida.

    Depois da corrida estive sentado um pouco à conversa, em especial com as 3 pessoas à minha beira, mas tive que sair um bocado mais cedo pois outros compromissos se aproximavam.

    A repetir, talvez para o ano, se calhar noutro kartódromo, ouvi lá que Viana seria melhor e mais barato…e sempre pode ser que não calhe num fds de prova e assim dê para realmente conhecer alguém agora que a 1ª barreira deverá estar quebrada, ser timido é l*****, pardon my french 😛

    Um abraço aos meninos um beijo às meninas,

    Fernando Alonso

    Se leram tudo dou-vos os meus parabéns 🙂

  8. Bem só tenho a dizer que foi realmente um dia muito bem passado! Mão me arrisco a deixar uns comentários tao longos como os anteriores porque enfim… escrever nunca foi a minha especialidade! hehe

    Sem dúvida a melhor corrida de karts em que participei, por várias razões desde (obviamente) ter conhecido ambos os Álvaro Parente, Pai e Filho, bem como a irmã e amigos que são sem dúvida pessoas impecáveis e muito receptivas a todas as perguntas e conversas que íamos tendo durante o dia, até ao facto de ter rodado muito tempo em 3º lugar (a contar com os manos Parente!) e tendo por fim recebido umas botas de piloto. Posso dizer que quando cheguei a casa o meu pai ficou todo contente com as botas e só se ria do meu feito.

    Resumindo, foi uma tarde extremamente bem passada que espero que se volte a repetir brevemente!

    Abraços a todos

  9. Foi uma tarde muito bem passada, tudo boa gente e nota especial para o Álvaro que é 5 estrelas, muito porreiro mesmo!

    Após convencer a minha “crew” (tava difícil!) a entrar no bar, algum tempo de conversa e as necessárias formalidades para o início da corrida, lá nos dirigimos – bastante entusiasmados – para o início dos treinos. Treinos esses que serviram para conhecer a pista e o kart pois não estava de todo familiarizado com ambos. Sem forçar muito, um pobre 13º registo foi o máximo que consegui :P.

    A corrida começa mal – um prenúncio para o que viria de seguida – estava distraído e não vi a luz vermelha a desaparecer!! Quando dou por ela já estava quase em último; o que se calhar acabou por ser bom pois evitei algumas confusões nas primeiras curvas. Lembro-me de ver alguns karts virados no sentido inverso da pista e lá segui eu todo contente a pensar que afinal até podia aspirar a uma posição no meio do pelotão!

    Infelizmente esqueceram-se de me dizer para não travar a fundo (LOL) e só após bastantes piões depois me lembrei que os karts não têm ABS e se calhar era boa ideia evitar travagens bruscas! Ora claro está que todos estes contratempos me impediram de lutar com o Álvaro pela 1ª posição e lá acabei, tranquilamente, na antepenúltima posição, com mais um pião mesmo na última curva >> a minha marca na corrida. Deviam ter feito uma competição para quem fazia mais piões, de certeza que ganhava!! 😛

    Também ficou na minha memória um espectacular acidente com o Nuno Pereira. Na curva seguinte à recta da meta vou atrás do seu kart a todo gás para tentar fazer uma ultrapassagem à Álvaro Parente, quando de repente o Nuno saca alto pião… sem tempo para me desviar travo a fundo, mais um pião para a contabilidade e bato de trás no kart do Nuno!! Até saltou asfalto 😀

    No total, como disse, foi uma tarde muito bem passada e não faltarei a um próximo convívio, caso haja essa possibilidade!

    Um abraço a todos
    //bruno

  10. Gostava muito de participar no Fan Day do Centro/Sul para poder conhecer o Álvaro e para ver se não levo mais de 1,5 segundos por volta.
    Parabéns pela iniciativa e sobretudo é muito reconfortante saber que ele é uma pessoa simples e que preza os seus fans.
    Se eu já gostava de ver a «raça» do Álvaro em pista, agora a minha admiração é ainda maior.
    Só é pena ser adepto de um certo clube…LOL…mas ninguém é perfeito.

  11. Sou o Luis Rodrigues e costumo utilizar o nick de karter em alguns foruns.
    Gostei muito de correr, ja algu tempo que nao andava num kart e deu-me pica andar nesta pista com este pessoal e com este espirito de competiçao saudave.
    Peço desculpa se fiz algumas asneiras, fico um bocado “cego” ao andar, nao quero lixar ninguem mas sou um bocado bruto e gosto de me meter por dentro e la calha seu eu a ir fora ou ate meter os outros a cortar relva.
    Obrigado pelo dia e boas corridas.
    Até a proxima.

  12. Boas a todos!

    Antes de mais quero dizer que fiquei em último lugar na corrida e tenho até aqui uma medalhinha que atesta isso mesmo e que servirá para recordar o dia sendo ainda um estímulo activo para o próximo desafio. Peripécias da prova mais à frente, que o próximo parágrafo é solene.

    Mas agora a sério, penso que a nota mais importante a relevar do sábado passado no kartódromo de Baltar foi mesmo o bom convívio, boa disposição e animação entre todos os presentes com o grande Álvaro a encimar o grupo e que para além de ser um exímio piloto profissional que nós já sabemos mostrou-se ainda muito simpático e ia respondendo às nossas questões e curiosidades que muito possivelmente já lhe foram colocadas milhentas de vezes. Como diz o João Pinho no post inicial foi mesmo um ambiente muito agradável.

    Pela primeira vez no longo mês soalheiro de Fevereiro o dia amanheceu cinzento, em sintonia aliás com as previsões meteorológicas que apontavam para a chegada de nuvens. De acordo com as mesmas não estava apontada chuva e para bem do evento, ela manteve-se ao largo de Paredes pelo que o asfalto permaneceu sempre seco para facilitar a entrada em cena dos Karts e respectivos “pilotos”.

    Arranquei cedo de Paços de Ferreira, seriam umas 11:40. Baltar não fica mais distante que uma vintena de quilómetros, por isso desci nas calmas até Paredes e retomei a estrada que me trouxe grandes memórias, especialmente do velho Rali de Portugal. Penso que foi em 99 que palmilhei uns bons quilómetros para alcançar a super especial adjacente ao circuito de Kart. Que mundo, seriam dois ou três mausoléus à pinha para ver McRae, Makkinen, Burns, Sainz, Kankkunen e tantos outros. Uma casta de ouro. Agora que faço um esforço de memória fui em 99 ver o Rali de Portugal e em 2000 fui ao Kartódromo experimentar um Kart que um amigo meu recebera de oferta. Andava bem e tinha os pneus lisos, o que recordo ter sido ideal para colar ao asfalto, mas ao fim de umas voltas a lidar com a máquina estava zonzo. A outra vez que contactei com estes pequenos diabos foi no Lamy Peters, talvez em 97. Foi uma experiência interessante, mas só achei perigoso o circuito por ser indoor e como tal ficar sujeito a constantes curvas, com raras zonas de grande aceleração.
    Assim, não há dúvidas que o tempo passa, mas dez minutos após o meio-dia já estava lá a recuperar todo o desenho do kartódromo de Baltar junto à rede da zona do bar, onde dá para ver uma curva prolongada que se faz com emoção. A malta mais rápida daqui, como já disse o Fernando Alonso, ainda terá mais certezas a adiantar sobre aquele pedaço do circuito.
    Volta e meia olhava à volta a ver se via alguém conhecido, mas nada senão duas pessoas que desenhavam posturas de quem tinha a ver com o desafio kart. Abeirei-me deles e descobri o João Pinho, mentor do evento e autor deste blogue. Com ele julgo que estava o Nuno Pereira, que fez uma grande travessia a partir de Ponte de Lima e épica pelas vezes que se arrependeu de entrar em Baltar e tornou a sair para o Porto. Com esforço sempre encontrou a pista. Depois estava ainda o Diogo Araújo que no final da corrida ainda foi contemplado com um grande par de botas para conduzir. Disse-lhe: da próxima lutas pelas luvas, depois pelo capacete e por fim pelo fato. xD

    Pouco depois chegou o Álvaro juntamente com a irmã e alguns amigos. Estava formada a primeira assembleia e como os relógios apontavam para a uma da tarde aos poucos nos acercámos da mesa e em pouco tempo já estávamos a recuperar energias almoçando rojões com batatas e arroz. Pelo meio uns dedos de conversa com o Álvaro recuperando o passado recente, algumas curiosidades mais atrás pela voz da irmã, e perspectivas para o futuro. Café para os interessados e chegavam mais entusiastas para o evento. Afinal já estava formado um naipe que haveria de preencher os karts estacionados na zona de acesso à pista efectiva.

    Rumo ao briefing, mesmo ao lado do bar, nessa altura o que todos queriam era começar a dar gás aos karts para umas voltas alucinantes. Capacetes à escolha, toucas e força para a pista. O primeiro momento; dez minutos de qualificação.

    Cedo percebi que as coisas não me iriam correr pelo melhor, já que era ultrapassado com alguma facilidade e também quando puxava mais pelo kart à saída das curvas, os pneus desgastados ajudavam a alargar muitas vezes a trajectória. Reconheço que estava ali pelo divertimento, se pudesse andar rápido tanto melhor, mas como estava a ser difícil encontrar ritmo era melhor não complicar a tarefa dos adversários e tentar levar o carro mais rápido quando não tivesse ninguém atrás. Foi isso que senti quando na última volta fiz o meu melhor tempo. 12 segundos mais lento que o Álvaro. Não fiquei surpreendido quando tive de esperar mais tempo para chegar à grelha. T.P.C. Da próxima vez há que melhorar necessariamente.

    Se na qualificação era usual ver alguns karts fora da pista em posição inversa, a corrida contou desde logo com o mesmo estigma. O arranque foi em uníssono, mas perdi a penúltima posição para o Nuno Pereira, porém, depois da primeira curva alguns karts já estavam atravessados, na segunda creio que passaram todos pelo que segui para a rampa com ânimo e à entrada da (fantástica) terceira curva estava dentro do andamento, curva seguinte do tipo gancho outros dois de fora. Não ia mal para os “esses”, tinha o pelotão da frente mesmo à beira, até que depois dessa rápida sequência e empolgado pelo recuperar de posições descompensei o carro à saída da curva fechada, enfim, fiz asneira e fiquei voltado de frente para os que subiam. Mnhé, tempo perdido, e não fiquei longe dos últimos lugares.
    Nas voltas seguintes fui perdendo lugares de modo espaçado e não estava a atinar nem com os limites do Kart (daí ter feito apenas um rodopiado) nem com a entrada para algumas cruvas.
    Da vez que fui dobrado pelo Álvaro e pela irmã, que avançavam pelo asfalto numa outra escala, ainda tentei ver até que ponto mantinha ritmo para continuar relativamente próximo. Qualquer coisa como duas ou três curvas. Ainda que a batalhar pelos últimos lugares não deixou de ser divertido por tentar abordar as curvas de forma diferente e com travagens mais tardias.
    Infelizmente senti muitas vezes o Kart a alargar para fora. Enfim, tenho de encontrar ali alguns truques.
    Pelo meio ainda recebi um toque do Fernando (Alonso), só achei estranho porque estava a abrir para os deixar passar, ele levantou o braço, mas como lhe disse depois são coisas que acontecem, não há crise. XD
    Para piorar, talvez a meio da prova, o estômago passou a entrar no ritmo da corrida e cada vez que acelerava depois dos ganchos a sacudidela não deixava bom sinal. Pelo meio ainda vi um amigo do Álvaro que corria com um capacete similar acenar para algum comissário. Algo não estava bem. Se ele foi o primeiro a colher às boxes e por engano o João Pinho o acompanhou convencido que era o Álvaro e reclamar a vitória, vi-me forçado a entrar, poucas voltas depois, na zona mecânica, para aliviar a indisposição. Foi aí que me pendurei no último lugar. Passado um minuto regressei à pista, tinha de acabar a prova mas sem ritmo para as curvas apertadas limitei-me a levar o carro até ao fim e cortei a bandeira de xadrez.
    Apesar da indisposição ainda deu para divertir bastante em pista naquele grupo, numa corrida muito concorrida, com bastantes peripécias e disputada por todos, onde o Álvaro e a irmã foram claramente de outra dimensão.
    Troca de impressões logo depois de estacionar os karts, sempre com boa disposição e sobretudo reacções muito positivas à prova em virtude dos andamentos próximos. Medalhas para todos os participantes, prémios para os mais destacados como já descreveu o João Pinho e fotografia do Colectivo de entusiastas no Podium para recordar.
    Não fosse a indisposição do estômago e não tinha mazelas físicas a apontar senão o músculo do polegar da mão direita algo dorido. Afinal o ginásio é amigo. De volta ao bar do kartódromo para comer alguns rissóis e croquetes do meio-dia. Não vieram rojões, mas confesso que não estava para aí inclinado sobretudo depois da corrida por razões óbvias.
    A noite estava a ganhar espaço, o pessoal ia regressando ao ponto de origem até porque havia um Porto Vs Sporting para assistir pela TV, mas não sem antes tirar uma fotografia ao lado do Álvaro. Imagens e fotografias não faltam, até porque a corrida está gravada e o Gonçalo disse-me que até se podia colocar no Tube para rever as prestações.

    Não há dúvida que foi uma grande tarde de convívio, diferente e com bastante animação em pista. Para recordar, é certo que mais iniciativas semelhantes deverão ser fomentadas.

    Ao Álvaro e como lhe disse, força para a temporada. Ao João, dinamizador do evento, ficou cumprido. Venham outros “fan fun days”.

    Um abraço a todos e todas que vi e conversei por lá,

    Vítor

  13. sr joao pinho,no evento em baltar estiveram la as pitbabes da soccerade a oferecer amostras ? seria uma forma engraçada dos sponsors tirarem vantagem de um evento deste tipo,fica a sugestão para o evento na regiao centro/sul 😉

  14. Ora isso é que é falar. Era casa cheia de certeza. Gosto muito do Álvaro, mas prefiro as pit-babes 😀

  15. caro jazzda,finalmente encontramos um assunto em que estamos ambos de acordo hehe

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